7 de junho de 2013

INTERTEXTUALIDADE

Estamos de volta para conversar um pouco sobre o diálogo entre os textos ou seja a referência que um texto faz a outro texto - INTERTEXTUALIDADE.

Intertextualidade:  é a relação entre dois textos em que um cita o outro.
Algumas vezes, ao ler um texto ou ver uma determinada propaganda, você tem a sensação de que aquilo lhe lembra algum texto conhecido. 


O que vem a sua lembrança com essa imagem?


25 de novembro de 2012

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online
MUITO BEM GALERINHA, 

FOI MUITÍSSIMO BOM VIVER ESSE MOMENTO COM VOCÊS, HISTÓRIAS MIRABOLANTES QUE SÓ O POVO DE UMA CIDADE COMO A NOSSA - JIQUIRIÇÁ - PODIA FAZER BROTAR DA MEMÓRIA. POVO SONHADOR E ENCANTADOR QUE PAROU E DISPENSOU UM POUQUINHO DE SEU TEMPO PARA NOS CONTAR SEUS FEITOS. 


VERY WELL, VERY GOOD LIFE was HAPPY ALL that TIME with YOU Š S, INCREDIBLE STORIES that S “ HISTORY “ the PEOPLE of a TOWN like ours-will-‡ JIQUIRI COULD DO SPROUT of MEM “. DREAMY AND CHARMING THAT PEOPLE STOPPED AND TOOK A LITTLE BIT OF YOUR TIME TO TELL US THEIR DEEDS.

SEHR gut, sehr gute Leben glücklich alle, die Zeit mit Ihnen Š S, unglaubliche Geschichten, dass S “ Geschichte “ die Menschen in einer Stadt wie unseren Willen ‡ JIQUIRI von MEM SPRIEßEN tun konnte war “. VERTRÄUMT UND CHARMANT, DASS MENSCHEN GESTOPPT UND NAHM EIN WENIG VON IHRER ZEIT ZU ERZÄHLEN IHRE TATEN.

PARABÉNS!!!!!!!
PARA VOCÊS, OS MEMORANDOS;
PARA OS PROFESSORES, ... ELIELSON (COLABORADOR)
PARA OS PAIS, 
PARA OS INTERNAUTAS BRASILEIROS,

PARA OS INTERNAUTAS ESTRANGEIROS,
PARA A PROFESSORA ELIENE, 
PARA A TURMA DO SÉTIMO ANO DA ESCOLA ESTADUAL REUNIDAS CASTRO ALVES. 
EM ESPECIAL PARA PARA A GRADUANDA - GÉSSIKA -  (UFRB) 
QUE FEZ UMA MARAVILHOSA CRÍTICA DO NOSSO BLOG.

DEIXO AQUI, O MEU ABRAÇO E MEU CHEIRINHO PRA TODOS...





17 de novembro de 2012

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Momento de ...

Estamos chegando ao final, tenho certeza que este cantinho fez de você um verdadeiro companheiro, amigo, locutor e interlocutor de mirabolantes histórias. Esta foi mais uma prova de que você é capaz de trilhar por caminhos criados e floridos por você mesma e por pessoas que, de certa forma, ajudaram a construir um momento mágico como este. Acredito que você jamais terá o mesmo olhar quando for ler ou escrever um texto. Para mim, esse tempo em que passamos blogando, interagindo e cooperando uns com os outros, foi muito hilário, mágico e sobretudo, gratificante ao presenciar o desenvolvimento, interesse e prazer em estudar e contar as histórias de um povo tão importante para o memorial da cidade de jiquiriçá. Como havia dito:

 Aqui, a sua criatividade foi e será o tempero de todo o espaço, a presença marcante de cada uma das  belíssimas histórias narradas por vocês. Espero que além de lerem e recriarem continuem comentando, assim, estarão promovendo o hábito e o prazer de ler, bem como escrever e colaborar com os textos dos colegas. Esse este espaço continua sendo seu campo de concentração onde continuarão sendo historiadores das memórias do povo de Jiquiriçá.  

Eu amo todos vocês. Não vou desgrudar de vocês!!!!!!!                 

Fica a dica. 
conversor online da nova ortografia B.
http://observatorio-lp.sapo.pt/pt/ferramentas-acordo-ortografico



... Eu te amo e vou gritar pra todo mundo ouvir
Ter você é meu desejo de viver
Sou menino e teu amor é que me faz crescer
E me entrego corpo e alma pra você... (Roupa Nova)


Já está chegando a hora de ir                       mas eu não vou
Venho aqui me despedir e dizer                   para que despedida se vou ficar com vocês?
Em qualquer lugar por onde eu andar            é neste mesmo lugar
Vou lembrar de você                                     estou com você e lembro-me sempre                  
Só me resta agora dizer adeus                       só me resta abraçá-lo e dizer que o amo
E depois o meu caminho seguir                      e agora o meu caminho trilhar
O meu coração aqui vou deixar                     o meu coração o ama e vai sempre amá-lo
Não ligue se acaso eu chorar                        E se um dia eu chorar
Mas agora adeus                                          não foi por causa de adeus
Só me resta agora dizer adeus                       só me resta confessar
E depois o meu caminho seguir                     e depois o nosso BLOG acessar
O meu coração aqui vou deixar                     e meu coração nele deixar
Não ligue se acaso eu chorar                          pra que você ao acessá-lo não o deixe chorar
mas agora, Adeus!!!                                        mas agora, vou confessar, visite o blog para não parar.
                                                                                      Eu amo você!!!!!!!!!!

Link: http://www.vagalume.com.br/roberto-carlos/despedida.html#ixzz2CWsT7QN8

10 de novembro de 2012

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Momento de ...

Vamos que vamos, 
produzir textos é o nosso Lema, galera!!!

  



Querido aluno, 
em razão de já ter postado todas as Oficinas, e também os requisitos para a revisão do texto, você deve ler todas as postagens da página inicial e revisar seu último texto, haja vista não teremos muito tempo para concluirmos o nosso trabalho. Portanto, faça suas revisões pautadas nas orientações das oficinas postadas, mas também nas dicas dos nossos comentaristas. Agora que já reorganizou suas “malas”, tenha uma boa viagem nas histórias contadas por você e por seus colegas.
Abraços, professora Eliene Arcanjo.

6 de novembro de 2012

Apresentação


Olá, meus  queridos!

 Sejam  Bem-vindos ao nosso blog! 

Este cantinho foi criado para que as nossas oficinas de Língua Portuguesa sejam uma oportunidade de vocês após realizarem suas entrevistas com as pessoas da comunidade, criarem e recriarem suas histórias.. Aqui, a sua criatividade é o tempero de todo o espaço, e sobretudo das belíssimas histórias que serão criadas. Espero que além de lerem e recriarem as suas produções, estejam também lendo e colaborando com os textos dos colegas. Assim, faremos desse espaço um belíssimo campo de concentração de historiadores das memórias do povo de Jiquiriçá.  
 Hora de decolar!

Tenham todos, uma boa viagem!!!  

CAROS LEITORES E BLOGUEIROS AS OFICINAS FORAM RETIRADAS DO SITE:




ATENÇÃO LEITORES,

Para fazer uma leitura mais dinâmica e fundamentada nos requisitos que devem ser seguidos para a produção de Memórias Literárias;
Veja os pontos a serem considerados;
Uma boa leitura e análises dos textos lidos;

Roteiro para revisão
·         O título do texto é sugestivo? Instiga o leitor?
·         O narrador usa a primeira pessoa para contar as lembranças do entrevistado? O que pode ser feito para que o texto seja relatado em primeira pessoa?
·         O texto traz palavras e expressões que situam o leitor no tempo passado?
·         Há outros trechos em que é possível acrescentá-las?
·         O autor descreve objetos antigos, lugares que se modificaram ou já não existem?
·         O texto estabelece relações entre a narrativa do entrevistado e o lugar onde vive? O que pode ser feito para reforçar essa ligação?
·         O autor expressa em seu texto sensações, emoções e sentimentos do entrevistado? É possível encontrar no depoimento outras impressões que possam ser inseridas no texto?
·         Há no texto trechos com marcas da linguagem oral informal (“né”, “daí” etc.), que devem ser substituídos por expressões mais adequadas ao gênero em questão?
·         Os verbos no pretérito perfeito e imperfeito estão usados corretamente?
·         O texto consegue envolver o leitor? Ele desperta interesse e prende a atenção?
Há alguma palavra que não esteja escrita correta?


QUERIDO ALUNO PARA REVISAR SEU TEXTO ANALISE ESSES PONTOS:

CRITÉRIOS PONTUAÇÃO DESCRITORES
Tema “O lugar onde vivo”
• O texto se reporta de forma pertinente à cultura e à história do lugar onde vivem?
Adequação ao gênero - Adequação discursiva
• O texto resgata aspectos do lugar onde vivem pela perspectiva de um antigo morador?
• O texto deixa transparecer sentimentos, impressões, apreciações que atendem à finalidade de enredar o leitor?
• A organização geral do texto obedece à lógica interna da narrativa?
• As referências a objetos, lugares, modos de vida, costumes, palavras e expressões que já não existem ou se transformaram reconstroem experiências pessoais vividas?

Adequação linguística
• As memórias são assumidas em primeira pessoa?
• No caso de o autor recorrer a outras vozes, estão adequadamente articuladas no texto?
• O uso dos tempos verbais e dos indicadores de espaço situa adequadamente o leitor em relação aos tempos e espaços retratados no texto?
• Os recursos de linguagem são adequados ao caráter literário das memórias?
• O texto deixa transparecer que o autor fez entrevistas para produzi-lo, recuperando lembranças de outros tempos relacionadas ao lugar onde vive?

Marcas de autoria
• O título instiga o leitor?
• O autor elaborou de modo próprio e original as lembranças dos moradores entrevistados?
Convenções da escrita
• O texto atende às convenções da escrita (morfossintaxe, ortografia, acentuação, pontuação)?
• Quando há rompimento das convenções da escrita, isso ocorre a serviço do sentido do texto?

PARA SABER

PARA ENTENDER MAIS;


As histórias têm memórias
Memórias literárias geralmente são textos produzidos por escritores que, ao rememorar o passado, integram ao vivido o imaginado. Para tanto, recorrem a figuras de linguagem, escolhem cuidadosamente as palavras que vão utilizar, orientados por critérios estéticos que atribuem ao texto ritmo e conduzem o leitor por cenários e situações reais ou imaginárias.
As narrativas, que têm como ponto de partida experiências vividas pelo autor no passado, são contadas da forma como são lembradas no presente. No caso da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro, este é um aspecto importante a se considerar, uma vez que não se trata de texto autobiográfico.
Assim, os alunos precisarão aprender a escrever como se fossem o próprio entrevistado.

A entrevista

Planejar e realizar entrevistas
Você vai  entrevistar uma  pessoa e para produzir seu texto vai seguindo essa sequência de atividades.

Da entrevista ao texto de Memórias Literárias
Introdução

Objetivo:
Analisar, juntamente com os alunos, os procedimentos realizados para a transformação
de um trecho de entrevista em fragmento de memórias literárias (retextualização)

Retextualização
A produção de um novo texto com base num já existente é um processo de retextualização, que compreende operações que evidenciam como a linguagem funciona socialmente. Por isso, nessa atividade, devem ser consideradas as condições de produção, de circulação e de recepção dos textos. Quando a retextualização requer a passagem do oral para o escrito, envolve estratégias de eliminação (por exemplo, de marcas interacionais, hesitações) e inserção (por exemplo, de pontuação), substituição (por exemplo, de uma forma mais coloquial para uma mais formal), seleção, acréscimo, reordenação, reformulação e condensação (por exemplo, agrupamento de ideias).


Algumas dicas para escrever melhor.

A FIM DE / AFIM
A fim de é uma locução prepositiva que indica finalidade.

A ANOS / HÁ ANOS
Se é de tempo que falamos, usa-se para indicar tempo passado ( mesmo que “faz”).
Exs. dois meses Carlos não aparece. / Ele chegou da fazenda um ano
Usa-se a para indicar tempo futuro.
Exs. Daqui a dois anos ele se manifestará. / Ele voltará daqui a um ano.

ACERCA DE / HÁ CERCA DE
Acerca de é uma locução prepositiva, significando “a respeito de”.
Ex. Os advogados do casal discutiram acerca da divisão dos bens.
Há cerca de é uma expressão em que haver indica tempo decorrido, equivalente a “faz”.
Ex. Há cerca de uma semana, os advogados discutiram a divisão de bens.

AONDE / ONDE
Usa-se aonde com verbos que dão idéia de movimento. Equivale sempre a “para onde”.
Ex. Aonde você vai?
E com os verbos que não dão idéia de movimento emprega-se onde.
Ex. Onde estão os remédios?

CÂMARA / CÂMERA
A grafia câmara é sempre correta: Câmara Federal, música de câmara...
Quando quisermos referir ao aparelho que capta imagens e as reproduz, ou a pessoas que o utiliza, pode-se usar câmera: câmera fotográfica, câmera de vídeo.

COLORIR
O verbo colorir e defectivo. Não possui a 1ª. Pessoa do singular do presente do indicativo nem presente do subjuntivo.
Ex. Use pois, “eu estou colorindo”. Logo, não existe nem “eu coloro”(ô) nem “colóro”(ó).

DESTRATAR
Destratar significa “tratar mal”;
Distratar significa “romper um trato”.
Quando um contrato é rompido, o documento que se assina chama-se Distrato.
Então, a frase “Ele foi distratado pelo patrão está errada.” O certo é “Ele foi
destratado pelo patrão”.

DESCRIMINAR / DISCRIMINAR
Discriminar é “segregar, separar, listar”. Uma pessoa pode ser discriminada devido à sua religião, sua raça ou condição social ou cultural. Uma nota fiscal discriminada é aquela em que os itens estão“separados, instados"
Descriminar é inocentar, tirar a culpa de um crime, deixar de ser crime, alguns juristas preferem utilizar o neologismo Descriminalizar.

EMBAIXO / EM CIMA
Cuidado com a grafia destas palavras: embaixo temos uma única palavra, já o seu antônimo em cima deve ser grafado separado.

(AO) ENCONTRO / (DE) ENCONTRO
Ao encontro de” e “de encontro a”, são locuções antônimas. A locução ao encontro
de exprime conformidade, situação favorável.
Ex. Ele veio ao encontro dos meus desejos (=satisfez os meus desejos).
Já a locução de encontro a exprime oposição, choque;
Ex. Ele veio de encontro aos meus desejos (=contrariou os meus desejos).

ESTRESSE / ESTRESS
Palavra originária do inglês stress já devidamente aportuguesada, portando prefira sempre a grafia estresse.
Veja que da forma aportuguesada obtemos as formas derivadas: estressado, estressante, etc.

FÉRIAS
Entrar de ou em férias.   Tanto faz. É um caso facultativo.

FLUÍDO / FLUIDO
A palavra fluido, empregada como substantivo (“corpo grosso”) ou como adjetivo (“característica de certas substâncias líquidas ou grossas”), não tem acento. Já a palavra fluído, particípio passado do verbo fluir (c”correr”, “provir”, “derivar”), recebe acento agudo no i, que forma hiato.

FACE
A locução face a (às vezes mutilada, restando o simples vocábulo face), cujo emprego aumentou centuadamente de uns anos para cá, é uma construção estranha à língua portuguesa. A forma certa è em face de.

INVÉS / EM VEZ
Ao invés de significa “ao contrário de”.
Ex. Ao invés do que previu a meteorologia, choveu muito ontem.
Não confunda com em vez de, que quer dizer “no lugar de”.
Ex. Em vez de jogar basquete, preferimos ver o vídeo do casamento do Carlos.

HAJA VISTA
A expressão haja vista é invariável: haja vista o Brasil, que vai se recuperando da economia; haja vista as proporções do nosso crescimento populacional. Finalmente, há a forma haja vista a (Haja vista a estes magníficos exemplos) e ainda há quem faça concordância do verbo haver com o elemento que vem depois de vista: Hajam vista as dimensões do Brasil. Mas, repita-se: a mais usada é a forma invariável haja vista.

MAU / MAL
Ela em geral acorda de mau humor. O contrário de bom é mau; o contrário de bem é mal.
Então, se diz bom humor, deve-se dizer mau humor. 
Mau é um adjetivo. Sempre modifica um substantivo.
Já a palavra mal pode ocorrer como:
Substantivo: Isto é um mal necessário.
Advérbio: Eles cantam muito mal.
Conjunção: Mal cheguei, vi que ela estava triste.
Prefixo: As mal-amadas sempre são malcriadas.

MEU VER
Atenção: nessa locução não ocorre artigo. Portanto é a meu ver, e não ao meu ver.

MENOR / DE MENOR
Expressão popular largamente utilizada que significa “de menor de idade”, que ainda não atingiu a maioridade”. No padrão culto, deve-se utilizar a forma “menor de idade”. O mesmo vale para o antônimo de “maior”.
Exs. Ser menor de idade. Ser maior de idade.

NÍVEL
A nível de é um modismo que quase virou um abuso, podemos dizer. Evite-o. Em vez de: “Trata-se de uma portaria a nível de ministério”, diga simplesmente: Trata-se de uma portaria de ministério (ou ministerial).
Existe, porém, a expressão ao nível, que significa “a mesma altura”.
Ex. Santos está ao nível do mar.

A PAR / AO PAR
A par = estar ciente.
Ex. “Ele está a par de tudo”
Ao par = título ou moeda de valor idêntico:
Ex. “O câmbio está ao par”

PERDA / PERCA
Nunca se esqueça que perda é substantivo e perca é verbo.
Evite a perda de tempo para que você não perca dinheiro.
Não é correto dizer “perda a esperança”, nem reclamar das percas salariais.
Diga: - Perca a esperança... / - Perdas salariais...

PORQUE / POR QUE
Juntar as duas palavras – por e que – ou mantê-las separadas é matéria controvertida. A melhor norma prática a se seguir é esta: só juntar os dois elementos num único caso – quando se tratar de uma resposta ou de uma explicação; nos demais casos constituem a grande maioria, separar os dois elementos.

1) Por que
__Usa-se para fazer uma pergunta, direta ou indireta.
Exs. Por que você não me esperou? (pergunta direta)
Quero saber por que você não me esperou. (pergunta indireta)
__Emprega-se, também, para substituir pelo qual, pelos quais, pela qual, pelas quais, por qual, por quais.
Exs. As dificuldades por que passei... (= pelas quais)
Ignoro por que razões ela fez isso. (= por quais)

2) Por quê
É também interrogativo e se emprega sempre que vier imediatamente seguido do sinal
de interrogação (na interrogação direta), ou de ponto final (na interrogação indireta). 

3) Porque
É empregado para dar uma resposta ou explicação.
Exs. Por que você não me chamou?
Não o chamei porque você estava ao telefone.
Não comprei a casa porque ela é muito pequena.
Deixem-me ir agora, porque já estou atrasado.

4) Porquê
Trata-se de um substantivo, sinônimo de “causa”, “razão”, “motivo”. É por isso que vem precedido de artigo, o, os ou um.
Exs. As crianças querem saber o porquê de tudo.
Tudo na vida tem um porquê,
A ciência procura os porquês dos fenômenos.