Ruth


RUTH

MEU TEXTO FINAL


HISTÓRIA ESCRITA COM LÁGRIMAS

Em uma silenciosa tarde de domingo, com apenas o barulho de carros que trafegavam do outro lado da rua, encontrei uma senhora, de idade já avançada e castigada pela solidão da vida, sentada em uma cadeira, acolchoada com tapetes de retalhos coloridos, e ao ver-me redobrou-lhe os ânimos convidando-me a entrar. Sentada em um pequenino e antigo banco de madeira passei a ouvir seus causos. Fiquei emocionada ao vê-la abrir seu coração para mim. Disse-me que nunca se esquecera das memórias que vivenciou na infância e com lágrimas que rolavam de seus olhos, como gotas de chuva, passou a relatar-me:
 “Minha vida nunca foi fácil, ainda pequenina, senti a calorosa dor da separação dos meus pais, não compreendia os motivos, mas tudo acabou e fui levada para a casa de minha avó, onde passei toda minha juventude, lá no pedacinho de céu, no meio do mato do interior da minha pacata cidade, quase despovoada. Casa simples, feita de tijolo, fogão a lenha, a luz de candeeiro, onde o conforto que temos hoje, nem sonhava a fazer parte de nossa rotina diária.
Naquela época, na cidade não havia hospitais, bancos, supermercados... Escola era a coisa mais difícil para a juventude, muitos ficavam sem estudar.  As compras, meu pai fazia nas bodegas ( pequenas casas de comércio onde vendia-se de tudo um pouco). Era tudo muito difícil!
O bom de tudo era que meu pai, ainda separado, nunca se esquecera de mim, apesar da pobreza da época, no que fosse possível supria minhas necessidades.
Quando completei meus sete anos de idade, momento tão sonhado para conhecer uma escola, meu pai dizia “Para que menina estudar?” E lá se foram os oito, nove, dez anos... nunca fui matriculada em uma escola, éramos criadas para trabalhar. O trabalho naquela época era duro, pegávamos na enxada o dia inteirinho, debaixo de sol e chuva se quiséssemos ter o que comer.
Brincadeiras nem se fala, para mim, era quase nenhuma.  Só nos finais de semana que reuníamos os camaradas para brincar de roda, trovar versos e bonecas de “pano” que nós mesmos cozíamos e o restante do tempo era para viver sobre as ordens de minha avó.
No entanto, percebemos que atualmente a juventude tem tudo nas mãos, leva uma vida mais fácil, não trabalham, só estudam e brincam. O progresso trouxe consigo o conforto e uma vida de mais comodidade, mas mesmo assim eles não dão valor, coisa que não ocorria na minha época; passávamos tantas dificuldades, mal tínhamos o que comer. Foram muitos dias que na nossa mesa apenas a carne e a banana verde torrada e pisada, para substituir a farinha, produto muito caro, matava a nossa fome.
Sem falar ainda, que as nossas vestes eram tão simples que sinto até vergonha de falar. As roupas que vestíamos em casa eram feitas de pano de saco, e as de passear eram feitas de pano de chita, tecido muito usado na época pelas pessoas mais pobres. Hoje tudo mudou, as crianças já nascem dentro da moda e vivem no conforto.
Ah! Recordo-me com orgulho, que minha avó nos seus conselhos me ensinou a respeitar as pessoas, ouvir aos mais velhos e pedir benção aos pais e parentes. “Ai de nós” se atravessássemos o “mundo” dos adultos sem pedir licença, pois nenhuma criança daquela época interferia na conversa dos idosos ou passava entre eles quando estivessem conversando. Já hoje, as crianças perderam a noção de respeito às pessoas, pais, professores... Não respeitam limites, ordens e nem sequer pedem a benção aos pais, consideram um “mico” (vergonha). Assim, as crianças crescem sem os conselhos dos adultos e muitos deles se dão mal na vida.
Penso em quantas coisas que ficaram para trás, nas lágrimas que já rolaram na minha face, sem mãe, afastada do meu pai, e criada pelas casas dos meus parentes, nem gosto de lembrar”.
Nesse momento, após ouvir palavras e mais palavras vestidas de paixão, prantos das injustiças da vida, e sentimentos naustágicos, interrompi a senhora a falar. Senti na pele a vivência de uma infância bem diferente da minha e com lágrimas quase rolando em minha face, contagiada pelos mesmos sentimentos, contemplei o olhar de D.Zete e compreendi que história também se escreve com lágrimas.
                        (Texto realizado com base na entrevista realizada Com a 
                    Sra. Zezete Francisca Santos - 81 anos)






ENTREVISTA


1- Qual é o seu nome completo?

Zizete Francisca Dos Santos 

2- Qual é a sua idade?

81 anos

3- Que fato da sua vida a senhora considerou marcante?

“O minha filha tem tantos momentos marcantes né”

 4- Aqui mais marcou?

”A primeira coisa que marcou na minha vida é que fui criada assim na casa de meus avos né, minha mãe se separou de meu pai para mim não foi um momento bom né.mas mesmo assim meu pai não deixou de pagar minhas despesas né ” 

5- Porque a senhora considerou importante?

 “Porque é né agente sofre’’

6- A senhora morava na zona rural?

“Sim, em uma casa simples feita de barro”

7- Como foi sua infância?

“Foi muito divertida né”

8- Como era as brincadeiras de antigamente?

“Ah! era de roda né, boneca de pano, tinha as festas que agente ia deveis em quando e quando nossos avos deixavam agente ir né.”

9- Como era nesse tempo?

“Era tudo tranqüilo né, tinha respeito entre as pessoas e ainda mais ao mais velho né.”

10- Para a senhora qual a diferença desse tempo para hoje?

“Tem muita,muita, muita ,muita diferença,hoje todo mundo pode se dizer que é dona do nariz né,antigamente gente ficava vei e ali os pais é quem mandava né, se tivesse conversando ali ne ai agente passasse agente iria tomar uma boa,se eu chegasse com qualquer coisa da casa do vizinho um pedaço de pano para fazer a roupa da boneca meus avos queriam saber como foi se foi dado né e ia levar agente La para pesquisar né,procurar saber daquela pessoa tudo isso podia fazer desfeita né”


11- Havia muito respeito naquela época né?

“E muito e muito”

12- A senhora estudou?

“Não, quando chegou à idade de eu ir estudar né sete anos né meu pai dizia que não né antigamente os pais não gostavam que agente estudasse não né”

13- Na juventude a senhora trabalhava em alguma coisa?

“Oh!  Minha filha a se trabalhava trabalhei muito de enxada né, limpando roça trabalhava na plantação de café né,antigamente não era cacau n era café,saia de manhã cedo e só chegava de noitezinha” 

14- antes que remédios a senhora usava quando ficava doente?

“ Oh! Minha filha agente pegava tudo da roça pra fazer chá e as outras doenças que agente tinha naquela época né. Antes não tinha medico agente só achava medico em Ubaira né”


15-Como à senhora considera sua juventude?

“Não sei te dizer né, agente não tinha um sapato bom para causar, uma roupa boa para vestir né, a roupa da gente era feita de chita, agente não tinha condições financeira que nem agente tem hoje né, o meu Deus quantas vezes agente comia banana verde torrada e pisada no lugar da farinha que era muito cara’’

16- A senhora morra aqui em juiquiriça desde quando?

“Há muitos anos minha filha’’

17-A senhora gostaria de fazer algum outro comentário?

“Não”


Entrevista feita pela aluna Ruth Lorayne Oliveira 
Com a Senhora: Zizete Francisca dos Santos     (81 anos)



Meu primeiro  texto:

Já faz muito tempo, mas as lembranças que tenho em minha mente não se desgasta. Nunca esqueci de minhas memórias mas tudo que vivenciei me vem a memória quando paro para pensar.
Minha vida nunca foi fácil, ainda pequenina, senti a calorosa dor da separação dos meus pais, não compreendia os motivos, mas tudo acabou e fui levada para a casa de minha avó, onde passei toda minha juventude lá no pedacinho de céu e no meio do mato da pacata cidade no interior da Bahia.
Meu pai, ainda separado, nunca se esquecera de mim, apesar das dificuldades financeiras da época, no que fosse possível supria minhas necessidades.
Quando chegou a idade dos meus 7anos, momento tão sonhado para poder ir à escola, meu pai dizia "Para que menina estudar?". Então nunca fui matriculada em uma escola, éramos criadas para trabalhar. O trabalho naquela época era duro, pegávamos na enxada o dia inteirinho, debaixo de sol e chuva se quiséssemos ter o quer comer.
Brincadeiras nem se fala, na minha época era quase nenhuma, só nos finais de semana que reuníamos os camaradas para brincar de roda, trocar versos e bonecas que nós mesmos fabricávamos de "pano" e o restante do tempo era para viver sobre as ordens de minha avó.
Ah! Recordo-me com orgulho, que minha avó nos seus conselhos me ensinou a respeitar as pessoas, principalmente aos mais velhos pedir benção aos pais e parentes. "Ai de nós" se atravessemos o mundo dos adultos sem pedir licença. Já nos dias de hoje as crianças vivem com liberdade de forma errada e perderam a noção de respeito às pessoas.
Ainda percebe mos que nos dias de hoje a juventude tem tudo nas mãos, leva uma vida mais fácil, não trabalham, só estudam e brincam, mas mesmo assim n dão valor.
Penso quantas lagrimas já rolaram em minha face, sem mãe, afastada do meu pai e criada pelas casas dos meus parentes, nem gosto de lembrar!
Na trama dessa historia fui envolvida por um sentimento e sentir na pele a vivência de uma infância bem diferente da minha hoje, e como um sonho, despertei e percebi, olhando para D.Zete que historias também se contam com lágrimas.
 
 
 
(Texto realizado com base na entrevista realizada Com a Sra. Zezete Francisca Santos 81 anos)




Meu segundo texto:



HISTORIA ESCRITA COM LAGRIMAS
 
Já faz muito tempo mas ainda consigo me lembrar as memórias que vivenciei na infância.
Minha vida nunca foi fácil, ainda pequenina, senti a calorosa dor da separação dos meus pais, não compreendia os motivos, mas tudo acabou e fui levada para a casa de minha avó, onde passei toda minha juventude lá no pedacinho de céu e no meio do mato da pacata cidade no interior da Bahia.
Meu pai, ainda separado, nunca se esquecera de mim, apesar das dificuldades financeiras da época, no que fosse possível supria minhas necessidades.
Quando chegou a idade dos meus 7anos, momento tão sonhado para poder ir à escola, meu pai dizia "Para que menina estudar?". Então nunca fui matriculada em uma escola, éramos criadas para trabalhar. O trabalho naquela época era duro, pegávamos na enxada o dia inteirinho, debaixo de sol e chuva se quiséssemos ter o quer comer.
Brincadeiras nem se fala, na minha época era quase nenhuma, só nos finais de semana que reuníamos os camaradas para brincar de roda, trocar versos e bonecas que nós mesmos fabricávamos de "pano" e o restante do tempo era para viver sobre as ordens de minha avó.
Ah! Recordo-me com orgulho, que minha avó nos seus conselhos me ensinou a respeitar as pessoas, principalmente aos mais velhos pedir benção aos pais e parentes. "Ai de nós" se atravessemos o mundo dos adultos sem pedir licença. Já nos dias de hoje as crianças vivem com liberdade de forma errada e perderam a noção de respeito às pessoas.
Ainda percebe mos que nos dias de hoje a juventude tem tudo nas mãos, leva uma vida mais fácil, não trabalham, só estudam e brincam, mas mesmo assim n dão valor.
Recordo-me ainda, das tantas dificuldades que passávamos, mal tínhamos o que comer. Foram muitos dias que na nossa mesa apenas a carne e a banana verde torrada e pisada para substituir a farinha que era muito cara, matava a nossa fome.
Penso quantas lagrimas já rolaram em minha face, sem mãe, afastada do meu pai e criada pelas casas dos meus parentes, nem gosto de lembrar!
Na trama dessa historia fui envolvida por um sentimento e sentir na pele a vivência de uma infância bem diferente da minha hoje, e como um sonho, despertei e percebi, olhando para D.Zete que historias também se contam com lágrimas.
 
 
 
(Texto realizado com base na entrevista realizada Com a Sra. Zezete Francisca Santos 81 anos)


(Postado por Ruth Lorayne Oliveira)



Meu terceiro texto:



                                  HISTORIA ESCRITA COM LAGRIMAS

        Em uma silenciosa tarde de domingo, com apenas alguns barulhos de carros que trasfegavam do outro lado da rua, encontrei uma senhora, de idade já avançada e castigada pela solidão da vida, sentada em uma cadeira, acolchoada com tapetes de retalhos coloridos, e ao ver-me redobrou-lhe os ânimos e convidou-me a entrar e sentar em um pequenino e antigo banco de madeira para ouvir seus causos.
       Fiquei emocionada ao vê-la abrir seu coração para mim, contando-me de um tempo muito remoto e diferente das experiências de vida que tenho atualmente. Disse-me que nunca se esquecera das memórias que vivenciou na infância e começou a relatar me. “Minha vida nunca foi fácil, ainda pequenina, sofri dor da separação dos meus pais, não compreendia os motivos, mas tudo acabou e fui levada para a casa de minha avó, onde passei toda minha juventude lá no pedacinho de céu, no meio do mato do interior da minha pacata cidade, pouco povoada.                                                                                       
       Naquela época, na cidade não havia hospitais, bancos supermercados e escola era a coisa mais difícil para a juventude, por isso muitos ficaram sem estudar. As compras meu pai fazia nas quitandas - casas pequenas de comercio que vendia de tudo um pouco.
        O bom de tudo era que meu pai, ainda separado, nunca se esquecera de mim, apesar das dificuldades da época, no que fosse possível supria minhas necessidades.
Quando chegou a idade dos meus 7 anos, momento tão sonhado para conhecer uma escola, meu pai dizia “Para que menina estudar?” Então nunca fui matriculada em uma escola, éramos criadas para trabalhar. O trabalho naquela época era duro, pegávamos na enxada o dia inteirinho, debaixo de sol e chuva se quiséssemos ter o quer comer.
       Brincadeiras nem se falam, para mim, era quase nenhuma.  Só nos finais de semana que reuníamos os camaradas para brincar de roda, trocar versos e bonecas que nós mesmos fazíamos de “pano” e o restante do tempo era para viver sobre as ordens de minha avó.
    Ah! Recordo-me com orgulho, que minha avó nos seus conselhos me ensinou a respeitar as pessoas, ouvir aos mais velhos e pedir benção aos pais e parentes. ”Ai de nós” se atravessássemos o “mundo” dos adultos sem pedir licença. Já nos dias de hoje, as crianças  perderam a noção de respeito às pessoas e dar bênçãos aos pais, nem se fala é um grande  vergonha.
    Ainda percebemos que atualmente a juventude tem tudo nas mãos, leva uma vida mais fácil, não trabalham, só estudam e brincam, mas mesmo assim não dão valor. Já na minha época, tantas  foram as dificuldades que passávamos, que mal tínhamos o que comer. Foram muitos dias que na nossa mesa apenas a carne e a banana verde torrada e pisada para substituir a farinha, que era muito cara, matava a nossa fome. 
Penso quantas lágrimas já rolaram em minha face, sem mãe, afastada do meu pai e
criada pelas casas dos meus parentes, nem gosto de lembrar...”
      Na trama dessa historia fui envolvida por um sentimento naustágico e sentir na pele a vivência de uma infância bem diferente da minha hoje, e como um sonho, despertei e percebi, olhando para D.Zete que historias também se contam com lágrimas.



 (Texto realizado com base na entrevista realizada Com a Sra. Zezete Francisca Santos - 81 anos) 


(Postado por Ruth Lorayne Oliveira )



46 comentários:

  1. Ruth, de início seu texto está bom, mas releia-o e reveja os erros ortográficos. depois faço outras considerações sobre o gênero e suas respectivas características.

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  2. Ruth,Seu texto está ótimo,mais as letras estão muito pequenas e por isso não chama a atenção dos leitores!!


    -Murihelen

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  3. Reveja melhor seu texto de memoria e concerte seus erros oortograficos.

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  4. Ruth ,seu texto está muito bonito,principalmente essa parte que você remete o passado e ao presente.Mas existe alguns erros de pontuação séria muito bom se você concertasse. Um abraço!

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  5. Oi Ruth que legal seu texto você foi maravilhosa, parabéns que você melhore cada dia mais. saiba que no aprendizado nunca sabemos tudo portanto procure melhorar sempre.

    Wendell

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  6. Ruth você falto se endentificar um pouco mais em seu texto!!:)

    (Thiago Oliveira)

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  7. Ruth a letra da sua entrevista estàmuito pequena !! almente um pouco mais para deixar mais facil o acesso dos leitores!:)

    (Thiago Oliveira)

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  8. Ruth adorei sua entrevista e seu texto de memorias literárias,pórem ao ler dedectei alguns erros ortograficos,mais espero que você os concerte...

    Lilian Leal :)

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  9. Ruth acredito muito no seu potêncial e na sua capacidade,espero que você melhore cada dia mais....:)S2 amiga bjos


    Lilian Leal ;) *---*

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  10. Querido aluno,
    em razão de já ter postado todas as Oficinas, e também os requisitos para a revisão do texto, você deve ler todas as postagens da página inicial e revisar seu último texto, haja vista não teremos muito tempo para concluirmos o nosso trabalho. Portanto, faça suas revisões pautadas nas orientações das oficinas postadas, mas também nas dicas dos nossos comentaristas.
    Agora que já reorganizou suas “malas”, tenha uma boa viagem nas histórias contadas por você e por seus colegas.
    Abraços,
    Professora Eliene Arcanjo.

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  11. Amei o seu texto,sua entrevista...E sempre tenha o objetivo e a vontade de sempre melhorar mais e mais!Acreditamos no seu potencial!!!

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  12. Seu texto esta muito doloroso,você caracterisa as pessoas como um todo, pois hoje muitas ainda passam por dificuldades na vida e sabem valorizar. LILIANE 6 5M

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  13. Respostas
    1. Susanna Muito obrigado!! é um grande prazer tela no nosso blog e se poder divulgue nosso blog aos seus amigos!! bjs ruth

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  14. Seu texto está muito bom grande evolução parabéns :) O melhor é quando você se identifica e isso trás mas beleza para seu texto parabéns

    Clara Eduarda :)

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  15. Parabéns melhorou bastante!!

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  16. Olá Ruth, seu trabalho está maravilhoso. Com suas publicações, além de você obter crescimento pessoal, estará sendo uma incentivadora para o crescimento de outros leitores. Sua professora teve uma ideia excelente de proporcionar a inserção da tecnologia como ambiente de aprendizagem, com isso, ela fomenta e incentiva a leitura e escrita como uma atividade prazerosa.
    Gostei muito!!!
    Abraços
    Diretora LUI / E.E.R.C.A 2012

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  17. Que maravilha de textooo. Excelente!!!!!!!!!!!!!!

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  18. QUE BOM, SEU TEXTO ESTÁ LINDO!!!!!!

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  19. PARABENS SEU TEXTO ESTA OTIMO!!!!!
    ( yASMIM CONE)

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  20. Ruth gostei do seu texto.


    jaine souza

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  21. Muito lindoo seu texto final espetacular!!!!!!!

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  22. Ruth seu texto está bom!
    (Bia)

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  23. Muito lindo seu ultimo texto"

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  24. Rutinha esta muito lindo

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  25. Etas perfeto parabens pelo desempenho

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  26. Perfeito,você soube refletir o mais lindo de uma vida parabéns magnifico continuei assim

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    1. parabens a essa escritora genial ! por ter escrito um texto belissimo de maravilhoso, e muito emocionante ! um texto que quando li pude vivenciar essa historia. parabens!!!!!!!!!!!!!!!

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  27. Parabéns Ruth!!! Realmente vc pôde mostrar um belo desenvolvimento em sua entrevista e principalmente em seus textos!!!Continue sempre assim!!!

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